Ópera Brasileira para as salas de cinema!

THEATRO MUNICIPAL DE SÃO PAULO TERÁ PRIMEIRA TRANSMISSÃO AO VIVO DE UMA ÓPERA BRASILEIRA PARA SALAS DE CINEMA

Fundação Theatro Municipal (FTM) e o Instituto Brasileiro de Gestão Cultural (IBGC) lançam na terça-feira (24/03) o projeto Municipal Ao Vivo, iniciativa pioneira na transmissão para cinemas de óperas produzidas no Brasil. Em parceria com a empresa Cinelive, a ópera Otello será exibida para convidados em salas de São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília, em alta definição e com som de alta fidelidade.

Quem acompanha o universo da música lírica sabe que há algum tempo é possível ter essa experiência com as óperas do Metropolitan, de Nova York, ou da Royal Opera House, de Londres. Mas esta será a primeira vez que o público poderá vivenciar algo semelhante a partir de uma montagem brasileira.

Foto: Divulgação
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A transmissão é parte do projeto Municipal Digital, que explora tecnologias de informação e comunicação digitais para oferecer ao maior número possível de pessoas os conteúdos produzidos pela FTM e IBGC, ampliando o acesso a espetáculos artísticos de excelência.

A primeira transmissão acontece em caráter experimental. “Nesse campo da arte e tecnologia é necessário produzir protótipos, descobrir caminhos”, afirma José Luiz Herencia, Diretor-Geral da Fundação Theatro Municipal. “Mas apesar de experimental, já estamos trabalhando para oferecer uma experiência de ponta, próxima ao que almejamos para a temporada regular do teatro.”

Para o Diretor Executivo do IBGC, William Nacked, “o projeto Municipal Digital, que abriga as experiências de transmissão ao vivo, nos permitirá cumprir uma importante meta desta gestão, que é democratizar o acesso às produções do Theatro”. A FTM e o IBGC já iniciaram tratativas com a SPCine para garantir que os espetáculos do Municipal sejam transmitidos para salas do circuito municipal de cinemas que está sendo criado nos equipamentos públicos de São Paulo, em especial na periferia da cidade.

“Além dos 1500 lugares que oferecemos presencialmente ao público, estamos propondo uma nova modalidade de apresentar nossas óperas e concertos. É a concretização de um plano audacioso e com ele estamos fazendo história”, afirma o diretor artístico John Neschling, que rege a apresentação. O próximo passo do projeto será a formatação de um plano, em parceria com a SPCine e a Cinelive, para garantir a transmissão regular das óperas.

A Cinelive é responsável por diversas apresentações ao vivo de espetáculos culturais, musicais e esportivos nos cinemas brasileiros. Para transmissão de Otello será utilizada uma tecnologia que permite a disseminação do conteúdo com velocidade e qualidade HD, exclusiva da empresa, que vem liderando o mercado de conteúdo alternativo do país.

A récita do dia 24/3 é apresentada pelo Santander, patrocinador-mantenedor da Série Terças da Temporada 2015 do Theatro Municipal de São Paulo.

Foto: Divulgação
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Theatro Municipal de São Paulo

O Theatro Municipal surgiu para a cidade de São Paulo como um grande símbolo das aspirações cosmopolitas do início do século 20. Cada vez mais refinada e com mais recursos provenientes do ciclo café, a alta sociedade paulistana espelhava-se em valores europeus e desejava uma casa de espetáculos à altura de suas posses para receber grandes artistas da música lírica e do teatro. Com incentivos fiscais e investimentos dos próprios barões do café, o arquiteto Ramos de Azevedo e os italianos Cláudio Rossi e Domiziano Rossi iniciaram a construção do teatro em 1903 e, em 12 de setembro de 1911, o Theatro Municipal foi aberto diante de uma multidão de 20 mil pessoas que acompanhavam a chegada dos ilustres convidados.

O Theatro Municipal de São Paulo passou de departamento da Secretaria Municipal de Cultura a Fundação de direito público em 27 de maio de 2011. Em 2013 a Fundação Theatro Municipal de São Paulo passou a ser dirigida artisticamente pelo maestro John Neschling, tendo como diretor geral José Luiz Herencia e com contrato de gestão com a organização social da cultura Instituto Brasileiro de Gestão Cultural, dirigida por William Nacked.

 

“Cazuza – Pro dia nascer feliz, o musical”

 ‘CAZUZA PRO DIA NASCER FELIZ, O MUSICAL’ VOLTA A BRASÍLIA EM ÚNICAS APRESENTAÇÕES

Vencedor de Melhor Espetáculo, Melhor Direção (João Fonseca) e Melhor Ator (Emílio Dantas), na categoria musical (Prêmio Arte Qualidade Brasil 2014)

“O espetáculo é envolvente em todos os seus aspectos. A direção de João Fonseca é um total acerto, pois cria exatamente o clima sugerido pelo texto.. Emilio Dantas é um excelente Cazuza, com grande segurança nas enormes variações de humor e emoção. No grande veio de biografias de grandes nomes da MPB, este “Cazuza, pro dia nascer feliz” fica entre os melhores, em todos os seus aspectos” Barbara Heliodora (O Globo). Um dos grandes sucessos de crítica e público do teatro dos últimos tempos, ‘Cazuza pro dia nascer feliz, o musical’ volta a Brasília, no auditório Master do Centro de Convenções Ulysses Guimarães em únicas apresentações. O musical, que tem direção de João Fonseca e texto de Aloisio de Abreu, já foi visto por mais de 200 mil espectadores e passou por 12 cidades brasileiras.

A história do poeta, cantor e compositor é contada através de mais de 20 músicas no espetáculo de autoria de Aloísio de Abreu, com direção de João Fonseca.

Vida louca, vida, vida breve

Pouco antes de sua morte, em 1990, ainda havia quem pensasse, pasmem!, que a obra de Cazuza não passava de um subproduto de rock. Mas “ao mesmo Deus que ensina a prazo, ao mais esperto e ao otário”, o tempo mostrou o contrário. Vinte três anos depois, o espetáculo “Cazuza — Pro dia nascer feliz, o musical”, que estreia hoje no Teatro Net Rio, leva para o palco a personalidade singular do cantor e compositor e mostra, sem pudor, sabores e dores que pontuaram sua meteórica carreira, de apenas oito anos, por meio de 31 canções, executadas por sete músicos e 16 atores, numa equipe de 80 pessoas.

Concebida pelo eterno “subversivo” Aloisio de Abreu, a peça biográfica traz o ator e cantor Emílio Dantas na pele do “maior abandonado” em uma atuação surpreendente. Assim como fez com Tiago Abravanel em “Tim Maia — Vale tudo, o musical”, o diretor João Fonseca aposta suas fichas no carisma de Emílio, que, apesar de não se parecer fisicamente com Cazuza, o impressionou pelo jeito e pela voz, muito parecidos com os do artista.

Foto: Divulgação

— Eu tenho o mesmo timbre do Cazuza, só que um tom abaixo. Isso é uma maldição e um privilégio, ao mesmo tempo. Significa que preciso estar o tempo todo cantando em uma região acima, o que requer um grande esforço. Dói, mas vale a pena, e eu faria tudo de novo para ter esse grande prazer — conta Emílio Dantas, de 23 anos, que teve apenas 45 dias para se preparar para encarnar Caju, como o músico era chamado pelos amigos.

A performance vocal e teatral de Emílio — que estava no elenco da na novela “Dona Xepa”, da Record, e estrelou o filme “Léo e Bia”, de Oswaldo Montenegro (2010) — arrancou lágrimas de Ney Matogrosso e Sérgio Maciel, ex-namorados de Cazuza, que assistiram, com a equipe do Rio Show, a um dos últimos ensaios do espetáculo antes da estreia.

Espetáculo sem pudores

Foi a primeira vez que os dois — representados, respectivamente, pelos atores Fabiano Medeiros e Bruno Narchi — reviveram episódios significativos de suas próprias vidas.

— Quando Emílio abriu a boca e disse a primeira palavra, eu vi o Cazuza ali. É muito emocionante, fiquei tocado. Não sou de me emocionar, mas perdi o controle. Ele canta igual, é um trabalho belíssimo — aprova Ney, ignorado na cinebiografia “Cazuza — O tempo não para” (2004), de Sandra Werneck e Walter Carvalho. — Aquilo foi muito estranho. Ficou de fora, por exemplo, a importância que a minha gravação de “Pro dia nascer feliz” teve para o Barão Vermelho. Depois disso, a versão da banda passou a tocar sem parar — lembra.

O estouro da música está no roteiro do musical, assim como a paixão flamejante que Ney viveu com Cazuza antes de o filho de Lucinha e João Araújo (interpretados por Susana Ribeiro e Marcelo Várzea) conquistar seu lugar ao sol.

— Foi em 1979. Um dia, eu e Yara Neiva estávamos doidões no meu apartamento, que tinha três andares. Ela me disse que o Cazuza estava lá embaixo e perguntou se ele podia subir. Ele veio e ficamos os três alucinados na minha cama. Uma hora, ele me pediu um beijo. E aí o mundo desapareceu ao nosso redor — conta Ney, que ficou com Cazuza por três meses.

O romance entre Cazuza e Serginho também é retratado na peça, que traz um único cenário, com praticáveis, uma criação de Nello Marrese. A paquera começou em 1981, na oficina de teatro que faziam no Parque Lage, mas só decolou mesmo depois de mais uma das intermináveis noites no Baixo Leblon.

— Ele me ofereceu uma carona e, quando parou o carro no sinal, me agarrou. Lembro que tocava “Cavalgada”, com Roberto Carlos. Dali, já fomos para a casa dele e ficamos juntos por quatro anos — lembra Serginho, que se acabou de chorar no ensaio. — Foi uma sessão de tortura. Não sei como a Lucinha consegue. Acho que ela resolveu essa história.

Uma obra magistral

Encenada em ordem cronológica, a montagem reproduz com fidelidade o visual dos anos 80 nos figurinos de Carolina Lobato. A formação do Barão Vermelho, o auge da carreira solo, o lifestyle boêmio e a luta de Cazuza contra o HIV são os pilares do espetáculo, que tem 135 minutos, contando o intervalo.

— As músicas do Cazuza são teatrais. Conversei muito com a Lucinha, o Serginho, que é meu amigo, o Frejat. Eles me contaram vários episódios. Eu saí em busca dos detalhes. Temos momentos de show, dueto, humor e drama. O público vai poder conhecer sua poesia — aposta o autor Aloisio de Abreu.

A atuação de Emílio Dantas, para João Fonseca, é o grande acerto do musical.

— É uma peça de um grande protagonista. E o Emílio me ajudou muito. Quando fizemos as audições, todos foram unânimes em escolhê-lo. Musicalmente, Cazuza é um dos grandes da MPB — analisa o diretor, sem ser exagerado.

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Teatro / Musical
Local: Centro de Convenções Ulysses Guimarães
Eixo Monumental, Lote 05, Ala Sul Brasília DF. – Brasília/DF

(por Guilherme Scarpa)

 

 

Edouard Vuilard

 

“Algumas das pinturas mais sedutoras do fin-de-siècle Paris” – The New York Times

Uma nova visão da carreira do artista francês Edouard Vuillard, da vanguarda da década de 1890  à domesticidade urbana dos retratos posteriores menos conhecidos. A apresentação centra-se na inspiração fornecida por amigos e patronos, cujo apoio tornou-se inseparável para a realização do artista.

Com cerca de cinquenta obras de arte importantes em várias mídias, a exposição se estende por projetos passados pioneiros do Jewish Museum, de Nova York, sobre a importância dos colecionadores e mecenas para o desenvolvimento da arte moderna.

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Início Artístico de Vuillard: Filho, Artista, o Profeta

Quando jovem na década de 1890, Vuillard foi um membro de um grupo parisiense de artistas de vanguarda conhecido como o Nabis (“profetas” em hebraico e árabe). Levando sua inspiração a partir do pós-impressionista Paul Gauguin, o grupo usou de forma simplificada as cores puras para criar imagens decorativas,  carregadas de emoção. Durante seu período de Nabi, Vuillard produziu algumas de suas mais conhecidas obras de arte: pinturas de amigos e familiares em interiores quentes cheios de papéis de parede estampados, cortinas, tapetes e roupas. O envolvimento Vuillard com teatro experimental moderno o colocou em contato com grandes figuras da vida cultural parisiense e despertou seu interesse pela pintura mural.

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A Musa e o comentário

Vuillard foi atraído pela importante a revista cultural publicada pela família Natanson, La Revue Blanche. A conexão do artista com Thadée Natanson levou Vuillard ao sucesso durante a década de 1890. De uma família de banqueiros, Thadée e sua mulher talentosa, Misia, foram os principais motores que reuniram a nata dos intelectuais parisienses, artistas de vanguarda, escritores, empresários teatrais, políticos e filósofos do período. A arte gráfica de Vuillards apareceu na revista, juntamente com a de outros artistas-Pierre Bonnard, Henri de Toulouse-Lautrec, Félix Vallotton, e outros.

Foto: Divulgação

 

Novos Patronos

Nos primeiros anos do século XX, Vuillard começou a expor na galeria de prestígio Bernheim-Jeune. Bernheim-Jeune foi o centro do movimento moderno na pintura e representava artistas tão importantes como Bonnard, Matisse, Renoir e. A arte de Vuillard continuou a se concentrar em interiores com figuras, nas quais os seus amigos artistas e círculo de patronos estão representados dentro de seu ambiente doméstico. Ele dizia: “Eu não faço retratos. Eu pinto pessoas em seus arredores.”

A amizade portentosa com Jos Hessel, sócio sênior de Bernheim-Jeune, e sua esposa, Lucy, tornou-se de importância central para a vida criativa de Vuillards. Patrocinadora, confidente e amante, Lucy Hessel tornou-se a mais freqüente modelo do artista aparecendo em muitas das pinturas de artistas, em obras sobre papel, fotografias  por um período de mais de quarenta anos.

Foto: Divulgação

 

Murais decorativos

Além de se tornar o retratista comentado de Paris entre guerras, Vuillard continuou a explorar em larga escala cenas e grupos de cenas de paisagens e arquiteturas da cidade, bem como interiores. Sua arte se desenvolveu em resposta às comissões de clientes influentes. Nos grandes projetos de decoração, o artista elaborou sobre os temas de Paris e de vida no campo: exemplos na exposição incluem The Album (1895, encomendado pelo Thadée Natanson), Place Vintimille (1908), e Le Grand Teddy (1918), uma pintura raramente vista encomendada para um café de Paris.

Foto: Divulgação

 

Fonte: gabineted.blogspot.com.br

Cirque de Soleil

 

Sempre imaginei que o criador do Cirque de Soleil fosse um tremendo capitalista, empreendedor de visão, que tivesse resolvido investir na renovação da arte circense.

Meu desinteresse no assunto me fez ficar em pré-coma, quando me vi em altos papos com uma moça super charmosa, bem jovem, mineira de Belo Horizonte, simplesmente mãe dos filhos do próprio.

Claro que não dei qualquer sinal de estar na UTI emocional, sobretudo para não constranger minha filha, que é um Google ambulante e não poderia matá-la de vergonha pela minha absurda ignorância.

Como não fui à informação, ela veio a mim e acabei conhecendo e me interessando pela historia deste interessante visionário- Guy Laliberté.

O jovem Guy embolsava uns trocados nas esquinas de Quebec equilibrando-se em perna de pau e engolindo fogo, técnicas aprendidas na Europa aos 14 anos e no Hawai, em uma viagem com a ex-companheira, respectivamente.

Bolsos vazios, mas mente cheia de idéias e projetos, o levou a reunir-se com outros 13 performáticos mambembes a se apresentarem inicialmente em uma garagem em Quebec.

À época da comemoração dos 450 anos da descoberta do Canadá, por ter caído nas graças do Prefeito da cidade, acho eu, recebeu um suporte financeiro para efetivar um show próximo ao seu sonho.

Mas foi em 1980 que o Cirque de Soleil surgiu no mundo, na abertura das Olimpíadas de Inverno de Calgary. Excepcionais malabaristas e o uso dos mais avançados recursos cênicos, formaram um espetáculo tão surrealista, que rendeu ao líder, o título de “Salvador Dali” dos últimos tempos. Daí em diante, ninguém o segurou mais.

Graças ao talento e à visão de Laliberté, o Cirque de Soleil é hoje uma tremenda organização internacional, que opera nos cinco continentes.

A busca por novos talentos é continua e incessante, pois o conceito é o da inovação constante em cada show. No início, ele mesmo viajava, sobretudo, à China, para descobrir novos talentos. Mas hoje, “olheiros” cumprem esta função, pinçando o que há de melhor no mundo em termos de músicos, malabaristas e artistas.

Atualmente, 2.700 pessoas, de 40 nacionalidades diferentes, sendo 28 brasileiros compõem o quadro do Cirque de Soleil, e outras 20 mil estão se candidatando ao privilégio.

Para ele, o que importa é o talento, independente de qualquer outro dado e sempre preocupado em unir diferentes povos sobre o mesmo espaço.

Graças à sua exigência, a brasileira Silvia Aderne, aos 72 anos foi contratada para fazer o personagem Eleanor Risky, no espetáculo Love, e há três anos se apresenta em Las Vegas.

Laliberté não abre mão das funções administrativas, participa ativamente do desenvolvimento artístico e não economiza mesmo. Só na área de pesquisa e desenvolvimento são investidos 40% do lucro anual do Cirque.

Cada espetáculo demora cerca de três anos para ser produzido, com custos que variam de 30 a 90 milhões de dólares.

Atualmente existem nove espetáculos em cartaz pelo mundo, sendo cinco itinerantes rodando a Europa, Ásia e América que amealham 60.000 expectadores a cada final de semana.

No total mais de 100 milhões de felizardos já assistiram aos seus shows. Não é a toa que o Time Magazin, em 2004 elegeu Laliberté como uma das 100 pessoas mais importantes do mundo.

Sua preocupação com o planeta o levou a ser diretor da Fundação ONE DROP, que tem por objetivo conscientizar o mundo sobre o problema da escassez da água a sua relação direta com a pobreza.

Unindo o útil ao agradável, pois Laliberté é chegado no desafiante jogo de poker, sua fundação promoverá nos dias 1 a 3 de julho, um tremendo torneio para levantar recursos, no Rio All Swite em Las Vegas e claro ser ele o primeiro dos inscritos.

Sem falar que em 2010, Laliberté havia se tornado o sétimo turista espacial. Passou 10 dias em órbita, mas não conseguiu se distanciar da sua paixão maior, pois lá do espaço dirigiu “Da Terra às Estrelas pela Água.”

O último show do Cirque de Solei – Zarkana está no Music Hall em Nova York, com apresentações já marcadas em Madri e Moscou a seguir.

Ainda sem previsão a data em que nós veremos a história do mágico Zarka que perdeu não só o amor da sua vida, como os seus poderes e vive agora num mundo povoado por criaturas bizarras.

Há um namoro no ar com a Mangueira. Quem sabe o que anda passando pela cabeça deste extraordinário empreendedor neste sentido…

 

Vale a pena assistir!

“Frida Kahlo – As suas fotografias”

 

Frida Kahlo, uma das figuras mais marcantes da cultura contemporânea, ganha exposição no Museu Oscar Niemeyer (MON), em Curitiba. A mostra, que começou no dia 17 de julho e segue até novembro, reúne 240 fotos do acervo pessoal da artista.

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Com registros especiais feitos por dois fotógrafos profissionais de sua família, o pai e avô maternos, a exposição, intitulada “Frida Kahlo – As suas fotografias”, também reúne registros feitos pela fotógrafa alemã Gisèle Freund, o húngaro Nickolas Muray e até imagens clicadas pela própria Frida.

A exposição é dividida em seis seções e começa pelo retrato dos pais da artista mexicana, seguida por cliques feitos por seu pai na Casa Azul – residência onde moravam os progenitores da pintora no bairro de Cocoyacán, na Cidade do México, que hoje é o Museu Frida Kahlo.

A terceira seção apresenta recortes fotográficos estilizados por ela mesma, onde Frida elimina ou elege alguns protagonistas. A quarta seção é marcada por seus amores com fotografias de amigos próximos, familiares, alguns amantes e Diego Rivera.

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Informações:

Frida Kahlo – As Suas Fotografias
Data: 17 de julho a 02 de novembro de 2014
Horário: terça a domingo, das 10h às 18h
Local: Museu Oscar Niemeyer – Sala 03 – Rua Marechal Hermes, 999 – Centro Cívico – Curitiba – PR

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Frida Kahlo
 
Magdalena Carmen Frida Kahlo y Calderon, conhecida como Frida Kahlo, nasceu no dia 06 de julho de 1907 em Coyoacan, no México.
Em 1925, aos 18, enquanto estudava medicina, sua vida mudou de forma trágica. Frida e o seu noivo Alejandro Gómez Arias estavam em um ônibus que chocou-se com um trem. Ela sofreu múltiplas fraturas, fez várias cirurgias (35 ao todo) e ficou muito tempo presa em uma cama. Foi nessa época que ela começou a pintar freneticamente.
Frida sempre se autorretratou – suas angústias, suas vivências, seus medos e principalmente seu amor pelo marido, o pintor e muralista mexicano mais importante do século 20 Diego Rivera, com quem se casou em 1929, e que ajudou Frida a revelar-se como artista.
Em 1939 fez sua primeira exposição individual, na galeria de Julien Levy, em Nova York, e foi sucesso de crítica. Em seguida, seguiu para Paris. Lá conheceu Pablo Picasso, Wassily Kandinsky, Marcel Duchamp, Paul Éluard e Max Ernst. O Museu do Louvre adquiriu um de seus autorretratos. Em 1942 Frida e o marido começaram a dar aulas de arte em uma escola recém-aberta na Cidade do México. Após muitos altos e baixos, como os três abortos e a relação amorosa rodeada por casos extraconjugais dos dois, seu estado de saúde piorou. Em 1950 os médicos diagnosticaram a amputação da perna e ela entrou em depressão. Pintou suas últimas obras, como Natureza Morta (Viva a Vida).
Na madrugada de 13 de julho de 1954, Frida, com 47 anos, foi encontrada morta em seu leito. No diário, deixou as últimas palavras: Espero alegre a minha partida – e espero não retornar nunca mais.
As obras de Frida possuem uma estética muito próxima ao surrealismo com influência da arte folclórica indígena mexicana, cultura asteca, tradição artística europeia, marxismo e movimentos artísticos de vanguarda. Destacou-se ainda pelo uso de cores fortes e vivas.
Entre suas principais obras estão: “Autorretrato em vestido de veludo” (1926), “O ônibus” (1929), “Frida Kahlo e Diego Rivera” (1931), “Autorretrato com colar” (1933), “Autorretrato como tehuana” (1943), “Diego em meu pensamento” (1943) e “O marxismo dará saúde aos doentes” (1954).

 

Fonte: hypeness/museuoscarniemeyer

 

Umnenhumcemmil

 Cacá Carvalho interpreta obra de Luigi Pirandello na Funarte SP

Ator fará quatro apresentações gratuitas de Umnenhumcemmil, na Sala Guiomar Novaes

Foto: Divulgação

Com base no último romance escrito por Pirandello – dramaturgo, poeta e romancista que viveu e morreu na Sicília (Itália) – Umnenhumcemmil tem como protagonista o personagem Vitângelo Moscarda, o Gengé. Por conta de um comentário da esposa sobre seu nariz, que pende para a direita, Gengé descobre-se ‘um outro’ e decide cancelar sua identidade, família e cultura para tornar-se ‘nenhum, um nenhum entre cem mil’.Da parceria iniciada há mais de 22 anos entre o diretor italiano Roberto Bacci e o ator de teatro, televisão e cinema brasileiro Cacá Carvalho, surgiu uma dedicação especial ao escritor Luigi Pirandello (1867-1936), Prêmio Nobel de Literatura em 1934. Um dos espetáculos nascidos desta longa entrega, Umnenhumcemmil, entra agora em cartaz na Sala Guiomar Novaes do Complexo Cultural Funarte SP para quatro únicas apresentações, a partir de sexta, 3 de outubro, com entrada gratuita.

“Além da questão da identidade, o texto e o espetáculo suscitam algumas perguntas que me servem como material de trabalho artístico e pessoal: o que fazer com a herança educacional, cultural, familiar, que todos temos? Como administrar, desenvolver, fazer outros investimentos neste ‘banco’ pessoal do qual somos os proprietários?”, questiona o ator. “Vitângelo Moscarda decide levar tudo isso à falência”, acrescenta.

O mergulho profundo de Cacá Carvalho e Roberto Bacci na obra de Luigi Pirandello trouxe aos palcos, em 1993, o espetáculo O Homem com a Flor na Boca, baseado em texto teatral do Prêmio Nobel italiano. Dez anos depois, o próprio herdeiro de Pirandello, Alessandro D’Amico, sugere a adaptação de três novelas de humor negro do escritor, nunca antes feitas para teatro. O espetáculo recebeu o título A Poltrona Escura e estreou na Itália, em 2003. Com esse trabalho, Cacá Carvalho arrematou o Prêmio Shell de melhor ator em 2004, e dois anos mais tarde o título de cidadão honorário da comuna de Pontedera, na Itália.

A peça umnenhumcemmil, lançada em 2012, completa a Trilogia Pirandello, já vivida por Cacá Carvalho em mais de 400 apresentações, incluindo temporadas no estúdio de trabalho do escritor siciliano, entre seus livros, na casa onde viveu. O espetáculo foi produzido pela Fondazione Pontedera Teatro (Itália), em parceria com a Casa Laboratório para as Artes do Teatro de São Paulo – grupo filiado à Cooperativa Paulista de Teatro.

Criada há 10 anos por Cacá Carvalho, a Casa Laboratório dedica-se à transmissão de conhecimentos e à pesquisa com jovens atores sobre os princípios da profissão. O projeto enfrentou mais de uma paralisação temporária por dificuldades financeiras, e não tem como objetivo gerar de produtos. Ainda assim é responsável, sempre em parceria artística com a Fondazione Pontedera Teatro, pela produção de espetáculos como A Sombra de QuixoteO Homem ProvisórioOs Figurantes, além de um livro inspirado no poeta popular José de Alencar, de uma tradução de trabalho sobre Grotowski, de vídeos e de CDs de música – com destaque para a cantora Francesca Della Monica.

Foto: Divulgação

 

Umnenhumcemmil

Espetáculo teatral
Com Cacá Carvalho

Dias 3 e 4 de outubro | Sexta e sábado, 20h
Dia 10 de outubro | Sexta, 18h e 20h

Adaptação do romance homônimo de Luigi Pirandello | Com: Cacá Carvalho | Direção: Roberto Bacci | Dramaturgia: Stefano Geraci | Cenário e figurino: Márcio Medina | Iluminação: Fábio Retti | Fotos: Lenise Pinheiro e Jorge Etecheber | Produção: Fondazione Pontedera de Teatro | Realização: Casa Laboratório para as Artes do Teatro e Fondazione Pontedera Teatro (Itália) | Produção: Iza Marie Miceli | Tradução: Cacá Carvalho

Entrada franca
Distribuição de ingressos começa uma hora antes do espetáculo – um ingresso por pessoa

Sala Guiomar Novaes – Complexo Cultural Funarte São Paulo
Alameda Nothmann, 1058, Campos Elíseos, São Paulo (SP)

 

Castelo Rá-Tim-Bum

 

Começou a megaexposição do Castelo Rá-Tim-Bum no MIS!

Foto: Divulgação

O programa foi veiculado na TV Cultura entre 1994 e 1997 e, apesar de 20 anos terem se passado desde a sua estreia, não há quem se esqueça do “Castelo Rá-Tim-Bum“. Para homenagear esse que foi um dos marcos da televisão brasileira, o MIS recebe uma megaexposição especial a partir de 16 de julho. A mostra fica em cartaz no espaço até 12 de outubro e pode ser visitada de terça a sexta, das 12h às 21h, e aos sábados, domingos e feriados, das 11h às 20h. O ingresso custa até R$ 10.

Quem não se lembra das aventuras de Nino, Pedro, Biba e Zequinha? E das travessuras que o Doutor Abobrinha tramava em quase todo episódio para conseguir o Castelo só para ele? E da Bruxa Morgana, Tio Victor, Penélope, Caipora, Etevaldo? Pois é. Na exposição, dividida em duas partes, o público vai se recordar de muitas peculiaridades do programa.

Foto: Divulgação

Em uma delas, estão as peças do acervo, como objetos de cena, fotografias, figurinos das personagens e trechos do programa que até hoje são hit, como “Lavar as mãos”, música de Arnaldo Antunes. O visitante também confere depoimentos gravados pelos atores do elenco original especialmente para a exposição.

Noutra, o público vai passar por uma experiência lúdica: entrar em 10 ambientes do Castelo Rá-tim-bum totalmente recriados para a exposição, como o saguão, a biblioteca e muito mais. Além disso, também estão na exposição os bonecos do gato Pintado, do monstro Mau, da cobra Celeste e das botas Tap e Flap.

Para completar a programação, aos finais de semana, as atrizes Rosi Campos (Bruxa Morgana) e Angela Dip (Penélope) apresentam espetáculos teatrais e, para quem gosta de desenho, é oferecida a oficina “Stop Motion: Ratinho Castelo Rá-Tim-Bum”, que leva o participante a conhecer melhor a técnica da massinha para animação, entre 13 de agosto e 5 de setembro.

Foto: Divulgação
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Castelo Rá-Tim-Bum – A Exposição

QUANDO: de 16/07 a 12/10

Sábados e Domingos das 11:00 às 20:00

Terças, Quartas, Quintas e Sextas das 12:00 às 21:00

QUANTO: R$ 10 (inteira); R$ 5 (meia-entrada)*

ONDE: MIS – Museu da Imagem e do Som de São Paulo

Avenida Europa, 158 Jardim Europa
(11) 2117-4777

Fonte: catracalivre.com.br

 

Tom Jobim, 20 anos de saudade

TOM JOBIM, 20 ANOS DE SAUDADE CELEBRA LEGADO DO COMPOSITOR, COM

APRESENTAÇÕES MUSICAIS E ENCONTRO PARA DISCUTIR A OBRA DO MAESTRO SOBERANO 

Evento tem curadoria de Fábio Caramuru e acontece na Caixa Cultural São Paulo, a partir desta quinta (17). 

Antonio Carlos Brasileiro de Almeida Jobim, ou simplesmente Tom Jobim (1927-1994), é considerado por muitos o maior artista de todos os tempos da música brasileira.

Criador e nome de referência do histórico movimento bossa nova, notável maestro, compositor, pianista e arranjador, ele terá seu legado revisitado de quinta (17) a domingo (20), na Caixa Cultural, em São Paulo, com a série Tom Jobim, 20 Anos de Saudade.

Com curadoria do pianista e produtor Fábio Caramuru, o evento terá entrada franca. Em quatro apresentações, reunirá diversas formações e artistas de reconhecida trajetória, que transitam com autoridade pelo repertório do homenageado, entre eles Paula Jaques MorelenbaumAlaíde Costa, Mario Adnet e Marco Bernardo, além do próprio curador, que em 2007 realizou o projeto Tom Jobim 80 Anos, no Rio de Janeiro, com patrocínio dos Correios.
Ao longo da programação, serão lembradas cerca de 60 canções de Tom Jobim e alguns de seus parceiros, como Dorival Caymmi, Vinicius de Moraes, Billy Blanco, Radamés Gnatalli e Cesar Camargo Mariano. Além disso, seu legado também será tema de um encontro de especialistas, no dia 19: o jornalista Zuza Homem De Mello, os maestros Júlio Medaglia e Gil Jardim e o curador do projeto, Fábio Caramuru, debaterão a obra de Jobim com o público.
“Para mim, homenagear Tom Jobim é algo que acontece de forma cotidiana e natural, sendo um prazer inigualável interpretar sua música. A obra de Jobim proporciona uma inesgotável descoberta de sonoridades, talhadas no bom gosto e no equilíbrio, com harmonias, ritmos e melodias essenciais e bastante sofisticados. É uma grande honra estar à frente de um projeto dedicado à lembrança do maestro soberano, reunindo artistas tão representativos da cultura brasileira”, afirma Caramuru.

Foto: Divulgação

 

Programação

17 de julho | quinta-feira |19h15
Paula Morelenbaum (voz), Jaques Morelenbaum (violoncelo)
Marcelo Costa (percussão) e Lula Galvão (violão)

Programa: Surfboard | Samba de uma nota só | Brigas nunca mais | Águas de março | O grande amor | Sabiá | Insensatez | Falando de amor | Vivo sonhando | Desafinado | Só tinha de ser com você | A felicidade | Gabriela | Chega de saudade | Outra vez | Retrato em branco e preto | O morro não tem vez | Ela é carioca | Água de beber | Amor em paz | Wave

 

18 de julho | sexta-feira| 19h15
Mario Adnet (violão/direção musical)

Marcos de Andrade Nimrichter (piano), Marcelo Marcos Martins (sax tenor e alto), Eduardo Neves (flautas e sax tenor e soprano)

Programa: Só danço samba | Maracangalha (Dorival Caymmi) | Mojave | Antigua | Surfboard | Polo Pony | Sue Ann | Bonita | Valsa de Porto de Caxias | Samba do Avião | Esperança perdida (Tom Jobim e Billy Blanco)

 

19 de julho | sábado | 19h15
Fábio Caramuru e Marco Bernardo (dois pianos)

Samba do Avião | Chega de Saudade | Luiza | Ligia | Passarim | Remexendo (Radamés Gnattali) | Anos dourados | Retrato em branco e preto | Marina del Rey | Sabiá | Serenata do Adeus (Vinicius de Moraes) | Desafinado | Insensatez | Meu amigo Radamés | Samambaia (Cesar Camargo Mariano) | Baião malandro (Egberto Gismonti) | Domingo no parque (Gilberto Gil) | Águas de Março

 

19 de julho | sábado | 20h30
Conversa com o público: O legado de Tom Jobim 
Participantes: Maestro Júlio Medaglia, Maestro Gil Jardim, Zuza Homem de Mello e Fábio Caramuru.

 

20 de julho | domingo | 19h15
Alaíde Costa (voz) e Giba Estebez (piano)

Retrato em branco e preto | Estrada branca | Caminho de pedra | Falando de amor | Caminhos cruzados | Insensatez | Pois é | Se é por falta de adeus | Cala meu amor | Demais | Outra vez | Modinha | Canta, canta mais

 

Elis, a musical

 

O espetáculo conta detalhes da vida e da carreira de Elis Regina

Foto: Divulgação

O espetáculo Elis, A Musical fez sua estreia no dia 14 de março no Teatro Alfa e fica em cartaz até o dia 13 de julho. A peça, com direção de Dennis Carvalho e texto de Nelson Motta – que foi namorado da cantora – conta detalhes da vida e da carreira de Elis Regina, uma das maiores intérpretes brasileiras.

No palco, além de Elis Regina, figuras lendárias da história cultural do país, como Carlos Imperial, Vinícius de Moraes, Tom Jobim, Lennie Dale, Miéle, Ronaldo Boscoli, Jair Rodrigues, Henfil, Paulo Francis, César Camargo Mariano, João Bosco, Aldir Blanc e o próprio Nelson Motta, também são retratadas.

O espetáculo reúne canções que se tornaram grandes sucessos na voz de Elis Regina, entre elas clássicos como “Arrastão”, “Casa no campo”, “Águas de março”, “Dois pra lá, dois pra cá”, “Como Nossos Pais”, “Aos Nossos Filhos”, “Fascinação”, “O Bêbado e o Equilibrista”, “Madalena”, “O Trem Azul” e “Redescobrir”. Ao todo são 51 canções, entre músicas, medleys e vinhetas.

Foto: Divulgação

 

Informações:

Data(s): De 14 de março a 13 de julho de 2014

Horário(s): Quinta Feira, às 21h; Sexta-feira, às 21h30; Sábado, às 16h e 20h; Domingo, às 17h

Onde: Teatro Alfa – Rua Bento Branco de Andrade Filho, 722 – SP

 

Fonte: guiadasemana.com.br

 

‘Trabalhadores’

EXPOSIÇÃO “TRABALHADORES”, DE SEBASTIÃO SALGADO

©Sebastiao Salgado/Amazonas Images.

Em comemoração aos 40 anos da Itaipu Binacional e aos 100 anos de Foz do Iguaçu, no dia 6 de junho foi aberta a exposição fotográfica “Trabalhadores”, de Sebastião Salgado, um dos principais fotógrafos da atualidade. A abertura da mostra no Ecomuseu da Itaipu, contou com a presença de Salgado e da curadora da mostra, Leila Wanick Salgado.

Expostas 132 fotos de uma série de 29 reportagens sobre trabalho manual, realizadas pelo fotógrafo na década de 1980. Será uma oportunidade única de admirar as imagens, que não são exibidas em mostras há quase uma década. O livro “Trabalhadores”, que reúne as imagens, foi publicado em 1993 e está esgotado nas livrarias brasileiras.

Segundo Paulino Motter, assessor do diretor-geral brasileiro da Itaipu, a escolha não foi aleatória. “Esta mostra é perfeita para homenagear os mais de 100 mil trabalhadores que estiveram envolvidos na construção da usina e que merecem ser lembrados neste aniversário”, disse. Nas fotos, Salgado retrata a rotina de trabalhadores de todo o mundo que usam suas mãos para produzir e criar.

A relação do tema com a usina foi o principal motivo de ter sido esta a exposição escolhida para vir a Foz do Iguaçu. O último grande projeto de Salgado, “Gênesis”, está excursionando simultaneamente nos cinco continentes. No Brasil, depois de passar pelo Rio de Janeiro, São Paulo, Santo André e Porto Alegre, chegou a Belo Horizonte dia 3 de junho.

A exposição “Trabalhadores”, de Sebastião Salgado, é uma iniciativa da Itaipu Binacional, com patrocínio da Renault do Brasil e Instituto Renault.

A exposição ficará aberta ao público, no Ecomuseu da Itaipu, de 7 de junho a 7 de setembro, período que abrange as férias escolares e a Copa do Mundo. O horário de funcionamento é de terça-feira a domingo, das 8h30 às 16h30.