Faixas elásticas

Exercícios físicos com faixas elásticas podem beneficiar desde crianças até idosos 

Os exercícios realizados com as faixas elásticas proporcionam diversos benefícios para o corpo, como melhora no alongamento e o fortalecimento dos músculos e das articulações 

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 As faixas elásticas para exercícios físicos conquistaram seu espaço entre academias e profissionais da educação física por serem um dispositivo portátil e eficaz. Além disso, podem ser usadas por pessoas de qualquer idade e em atividades de condicionamento físico. São consideradas também equipamentos cinesioterapêuticos, ou seja, podem ser utilizadas na reabilitação e prevenção de diversas lesões. Outra característica das faixas elásticas é permitir a execução de exercícios funcionais, que simulam e melhoram as atividades diárias e permitem uma coordenação mais perfeita dos movimentos na reabilitação de lesões ou tratamento pós-operatório, por meio da fisioterapia.

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“Há muitos anos as faixas elásticas são utilizadas como artigo de fisioterapia, pois são um recurso de fácil manuseio”, explica Tânia Fleig, fisioterapeuta pertencente ao Núcleo de Conhecimento Técnico da Mercur.  Segundo a profissional, as faixas podem ser utilizadas por pessoas de várias idades e em diferentes ambientes. Elas auxiliam no fortalecimento e resistência dos músculos e articulações, melhoram a coordenação motora e habilidades funcionais, aumentam a mobilidade e a flexibilidade. “O uso das faixas elásticas também ajuda os praticantes a alcançarem um melhor desempenho nos exercícios de alongamento e fortalecimento muscular”, justifica a fisioterapeuta. 

Pensando nas variadas formas de bem-estar que os exercícios com o produto podem proporcionar às pessoas, a empresa desenvolveu faixas elásticas a partir do látex natural, matéria-prima de fonte renovável que se regenera na natureza. Por ser versátil e com diversas possibilidades de uso, a faixa pode ser utilizada em vários tamanhos. São oferecidas as opções de 2, 30 e 45 metros. De acordo com pesquisa realizada junto a diversos profissionais, o comprimento indicado para uso é o de 2 metros, pois com este tamanho é possível realizar atividades com membros superiores e inferiores ao mesmo tempo, além de permitir que pessoas com diferentes estaturas utilizem a mesma faixa. 

As faixas amarelas e vermelhas são indicadas para as fases iniciais de processos de reabilitação onde se priorizam exercícios de mobilidade e flexibilidade, atividades com crianças e idosos ou pessoas com menos força, enquanto que as demais cores permitem atividades que requerem maior força como uso em treinamentos específicos, academias ou desportivas. São 7 níveis de resistência indicados pela cor do produto, sendo  Amarela – suave,  Vermelha – média, Verde – forte,  Azul – extra forte, Preta – forte especial, Prata – super forte e Dourada – máxima. “A escolha da resistência vai depender das necessidades de uso, bem como do desenvolvimento de condicionamento e habilidade. Por isso, é importante consultar um profissional especializado que dará todas as orientações necessárias para a prática dos exercícios, além de indicar qual o nível de resistência da faixa mais adequada ao condicionamento físico do praticante”, finaliza Tânia. 

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Mindfulness – Atenção plena

Os que estão culturalmente atualizados no século XXI, começam a perceber que finalmente a ciência e a espiritualidade estão parando de disputar os holofotes. Rituais envoltos na área da religiosidade começam a entrar no palco da ciência. Lá atrás já havia começado a paquera com um poeta italiano que bolou o ditado “mente sã em corpo são”, mas só na década de 60 do século XX, um monge budista vietnamita – Thich Nhat Hanh assumiu o namoro da técnica de meditação budista com os fins medicinais – psicoterapêuticos.

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Um número significativo de pesquisadores médicos e psicólogos resolveu dar credibilidade ao “casal” e começou a pesquisa que concluiu que independente da conotação da religião budista, a tal da meditação leva sim ao tratamento de dores cronicas, sobretudo em sintomas de ansiedade e depressão que o estresse provocava.

O ser humano é tão perfeito que já saiu da fábrica com um hormônio chamado cortisol que serve para dar energia muscular quando a pressão externa é grande. Um cara das cavernas quando saía para pegar um animal grande, claro que ficava “estressado” um pouco e o tal cortisol na medida certa, ajudava a que ele voltasse ao equilíbrio emocional.

Atualmente as pressões são tão intensas que o cortisol enlouquece e sai em disparada, causando estragos por onde passa no nosso organismo. Com a mente pressionada violentamente não há corpo que consiga se manter são. A doença pode ser um meio de nossa mente encontrar a solução para os conflitos inconscientes, buscando saídas através do corpo. Assim também o corpo exagerando nos objetos de satisfação (bebida, comida, drogas etc.) pode provocar um desequilíbrio mental. Mas tudo bem, já que não dá para fugir de situações estressantes, o negócio é brecar o tal do cortisol. Mas como?

Os pesquisadores sacaram que os monges budistas tinham a fórmula mágica – através da meditação conseguiam controlar a mente e obter o equilíbrio emocional. Tanto que em uma complicada técnica para medir quem era o ser humano mais feliz do mundo, a taça foi para o filho de um filósofo frances que atualmente é monge e traduz as palavras do Dalai Lama, Ricard Mathieu. Impossível definir o número de benefícios que a meditação oferece mas, só de saber que através dela se alcança a paz interior whoooo!

Os estudiosos nas suas pesquisas, concluíram que alguns elementos ligados à prática budista, não tinham qualquer relação com os efeitos da meditação. O importante é aprender a dominar a mente. Tanto que criaram um novo nome para a velha técnica – MINDFULNESS (atenção plena).

Na hipotética hipótese de ser ensinada esta técnica a todos os seres humanos na mais tenra idade, em 30 anos a Terra seria habitada só por pessoas que tenham a sabedoria para alcançar a alegria de viver e, em cada praça do mundo teria uma estátua do poeta romano Juvenal homenageando sua liberdade poética “MENS SANA IN CORPORE SANO” .

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A prática da meditação

 

Quem ainda imagina ser a meditação uma prática exclusiva de monges, está redondamente enganado. A prática do relaxamento mental usado há séculos a nível espiritual passou a ser alvo de estudos científicos que comprovam que o treinamento efetivamente modifica as áreas cerebrais.

Trocando em miúdos, a proposta da meditação é limpar a mente mais do que possível e sem perceber incríveis “insights” surgem tão miraculosamente que chegam a assustar. Provavelmente esta harmonia mágica levou a ser difundido o método, como exclusivamente espiritual.

Hoje a ciência contemporânea realça cada vez mais a importância do treinamento mental no controle do tal cortisol, principal hormônio relacionado ao estresse. O cérebro é uma coisa muito complicada, mas é nele onde todo o emocional é comandado. Tanto que o cortisol que é segregado por uma glândula nos rins, é controlado pela pituitária que fica no cérebro.

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Está mais do que comprovado que as pessoas que praticam a meditação conseguem diminuir os níveis do cortisol e consequentemente o estresse, o grande responsável pelo desequilíbrio emocional.

Em que pese ser indicada no auxílio de tratamentos emocionais, a meditação traz tantos benefícios que a meu ver deveria ser incluído em currículos escolares desde a infância.

Que a vida lá fora é cheia de situações desagradáveis, que podem levar às doenças físicas mesmo, todo mundo sabe. Mas o que poucos têm noção é de que através sobretudo da meditação, pode-se reprogramar a maneira para absorver positivamente os fatos.

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Afastando-se o estresse, a farmácia se distância consideravelmente. A psiconeuro-imunologia, por exemplo, chegou à conclusão de que as doenças agravadas pelo estresse são curáveis com a poderosa força do relaxamento e meditação.

Encarar este método não é fácil no início, pois estamos tão acostumados a objetivar nossos pensamentos para dirimir situações, que é difícil esvaziar a mente. Mas existem até treinamentos em vídeos que dão as dicas do aprendizado.

Cursos aos montes onde certamente valorizam com conhecimento específico o peso da meditação no corrido dia a dia podem ser encontrados. O importante é entrar em contato com a milenar prática e comprovar pessoalmente o quanto a vida torna-se muito mais fácil e mágica com a prática constante da meditação.

Para que esperar usar o método para recuperar a saúde? A sabedoria está em aprender a meditar e prevenir-se dos males físicos provocados pelo emocional.

 

Benefícios das frutas do Outono

Veja como esses alimentos podem ajudar a reforçar a saúde durante a estação 

O início do outono traz mais cores, beleza e aromas às mesas brasileiras. Isso porque a estação é a época de colheita das frutas, o que proporciona queda nos preços e aumenta a qualidade dos produtos. São ricas em vitaminas, sais minerais, antioxidantes, fibras e água. “As frutas são importantes para o bom funcionamento do organismo. Recomenda-se, sempre que possível, consumi-las com cascas, que têm altos teores de fibras e vitaminas. As cascas de algumas frutas, como o do abacaxi, por exemplo, após serem devidamente higienizadas, podem ser utilizadas no preparo de doces e sucos”, afirma Flávia Morais, nutricionista da rede Mundo Verde.

A quantidade sugerida diária de consumo é de três a cinco porções, de preferência variadas e in natura. “Não que o suco não seja recomendado, mas dessa forma os alimentos acabam perdendo algumas propriedades importantes. Caso essa seja a opção escolhida, o líquido não deve ser coado, para que as fibras não sejam desperdiçadas”, continua Flávia.

Uma boa dica é substituir doces, que geralmente são excessivamente açucarados, por frutas, que também são adocicadas. As berries, por exemplo, costumam chamar atenção devido aos sabores agradáveis e cores vibrantes. Essas versões são ricas em antioxidantes como antocianinas e flavonóides, além de concentrar alto teor das vitaminas C e E. “Essas são as substâncias responsáveis por neutralizar a ação dos radicais livres, moléculas responsáveis por causar danos ao organismo, combatendo o envelhecimento precoce e reduzindo os riscos de diabetes, do desenvolvimento do câncer e de doenças cardíacas, além de atuar na melhoria das funções cerebrais, da imunidade e da visão”, completa Flávia.

Esses super alimentos têm cascas cujas colorações vão de vermelho a arroxeado. Alguns exemplos deles são a amora, a framboesa, o morango, o mirtilo, a cereja, a uva escura, a cranberry, o açaí, a romã, a ameixa, a jabuticaba e a goji berrie, fruta vermelha originária do noroeste da China e do Tibete, novidade no mercado brasileiro.

Infusões com frutas também são excelentes sugestões para manter a saúde em dia no outono. Maçã, maracujá, abacaxi, laranja, entre outras opções, são excelentes ingredientes para compor receitas de chás aromáticos.

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Veja abaixo a lista feita com detalhes sobre os benefícios desses alimentos:

Abacate – auxilia na redução e controle do colesterol e fornece energia. Devido ao seu teor calórico deve ser consumido com moderação e sem açúcar;

Açaí – melhora a circulação sanguínea, auxilia na redução e controle do colesterol. Contém antocianina, que neutraliza a ação dos radicais livres no organismo, prevenindo o envelhecimento precoce e certos tipos de câncer.

Abacaxi – rico em água e fibras. Contém uma enzima chamada bromelina que ajuda na digestão.  Possui leve ação diurética.

Maçã – Com propriedade adstringente, é excelente para garganta e cordas vocais. Sua casca possui pectina, um tipo de fibra que auxilia na redução do colesterol Ajuda a evitar a constipação intestinal, retarda o envelhecimento das células, regula o sistema nervoso e protege a saúde da pele.

Mamão – fonte da enzima papaína, melhora o processo digestivo. Rico em fibras, auxilia na prevenção e tratamento de constipação intestinal. Melão: contém grande quantidade de água, apresentando ação diurética, facilitando a eliminação de toxinas do nosso organismo.

Morango – rico em substâncias antioxidantes, previne contra o envelhecimento precoce da pele e doenças como o câncer.

Uvas vermelhas – fonte de antocianina, antioxidante que retarda o envelhecimento precoce da pele. Contém, ainda, resveratrol, um potente antioxidante relacionado à prevenção de câncer.  

Banana – fonte de potássio, pode contribuir para o controle da pressão arterial. Contém nutrientes como a vitamina B6 e triptofano, que estão relacionados à produção de serotonina, neurotransmissor relacionado ao bem estar.

Goiaba – fonte de licopeno, substância antioxidante que além de retardar o envelhecimento ajuda na prevenção contra o câncer de próstata.  

Laranja – fonte de vitamina C, nutriente relacionado ao fortalecimento do sistema imunológico.

Coco – Além de fornecer energia, é rico sais mineiras e fibras, que estimulam a saúde intestinal.

Melancia – Por ser muito rica em água, é extremamente hidratante e tem propriedades diuréticas.

Chá Aromático com Frutas

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Ingredientes
. 1 maçã orgânica
. 1 maracujá orgânico
. 2 fatias de abacaxi orgânico
. 1 xícara (chá) de açúcar demerara orgânico ou mel
. 2 litros de água
. 2 paus de canela
. 5 cravos-da-índia
. 3 unidades de anis-estrelado

Preparo
Lave e corte a maçã, o maracujá e o abacaxi em fatias, mantendo a casca. Leve ao fogo o açúcar e ½ xícara (chá) de água. Deixe ferver até formar uma calda. Acrescente as frutas, a canela em pau, os cravos-da-índia, o anis-estrelado e cozinhe durante 5 minutos. Junte o restante da água e deixe ferver durante 10 minutos em fogo brando. Coe e sirva quente. Decore com uma rodela fina de laranja.

Rendimento: 8 porções

Calorias: 98 por porção

Dica da nutricionista: chás, além de aquecerem, têm poucas calorias e trazem muitos benefícios à saúde! Escolhendo ingredientes orgânicos, esses benefícios podem ser otimizados, já que eles possuem maior teor de antioxidantes, vitaminas e minerais! 

 

Ovos e atletas

 

Segundo o Instituto Ovos Brasil, entidade sem fins lucrativos, o ovo é essencial na alimentação de esportistas e atletas graças ao equilíbrio no teor de aminoácidos. A proteína contida num ovo, em média 6 g, é de fácil digestão e favorece o ganho de massa muscular.

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O ovo possui ainda ácidos graxos polinsaturados, vitaminas e minerais, que melhoram a qualidade da alimentação, contribuindo assim para uma boa saúde.

O consumo de um ou mais ovos por dia não aumenta o risco de doenças cardiovasculares, em adultos saudáveis. O ovo pode ser considerado um alimento com efeito protetor pois apresenta 1,9g de ácidos graxos monoinsaturados, 0,7 g de ácidos graxos polinsaturados – as chamadas “gorduras do bem” e uma pequena quantidade de gordura saturada, aproximadamente 1,5 g.

O colesterol é um tipo de gordura importante para o organismo porque é responsável pela produção de hormônios sexuais, pela produção de secreção biliar, síntese de vitamina D e por fazer parte das membranas celulares. Apenas 30% do colesterol circulante é oriundo da alimentação, sendo o restante produzido pelo fígado.

É importante saber que o colesterol é transportado pelas lipoproteínas. O LDL é uma lipoproteína que distribui o colesterol para os diversos órgãos. Pelo fato desta lipoproteína ter afinidade com as paredes arteriais é chamada “colesterol ruim”. Já o HDL é outra lipoproteína que leva o colesterol circulante de volta para o fígado e, por isso, é chamado de “bom colesterol”. Algumas pesquisas observam aumento do HDL com o consumo do ovo, ao contrário do que se imaginava.

O ovo tem em sua composição diversas vitaminas e minerais antioxidantes. Esses são importantes pois combatem os radicais livres produzidos em maior quantidade durante os exercícios. Entre os antioxidantes, destaca-se o selênio pela quantidade presente em um ovo, que representa 22,5% das necessidades diárias de uma pessoa adulta.

Além de desempenhar uma função antioxidante, diminuindo a peroxidação lipídica, participa de reações enzimáticas, melhorando o sistema imune e também o funcionamento da tireoide.

Um ovo tem somente 70 calorias e dá sensação de saciedade, o que ajuda inclusive no caso de indivíduos que querem fazer controle de peso.  O conselho é que se evite as frituras e, claro, o consumo em excesso pois a saúde reside no equilíbrio tanto nos exercícios quanto na alimentação.

 

Você sabe como envelhecer bem?

 

Vamos focar nosso texto nesta parcela da população que merece nosso maior respeito e atenção. O aumento da expectativa de vida, que resulta da combinação entre os avanços da medicina e a melhora da renda no Brasil, mostra a necessidade de envelhecer bem, com energia e disposição para as atividades do dia a dia.

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Pela lei, é considerada idosa uma pessoa com 60 anos ou mais, porém isso não está muito certo nos dias atuais, uma coisa é a fila do banco e outra é a capacidade de cada um, existem “idosos” pela lei, que têm uma atividade profissional, esportiva e pessoal de deixar qualquer jovem no chinelo. Isto acontece por que há uma diferença entre a idade cronológica e a idade biológica.

Quando se entra nessa fase da vida, o organismo sofre várias alterações físicas. O aparelho digestivo do idoso fica menos eficiente e ele vai aproveitar menos dos nutrientes consumidos, além disto, a pela falta de eficiência na digestão dos alimentos o idoso acaba comendo menos, já que se sente mal quando come muito, ou seja ingere menos nutrientes e aproveita menos os benefícios deste alimento levando a perda de peso e até a algum grau de desnutrição.

Por que você acha que idoso toma muito chá? É que o chá tem fácil digestão. O idoso toma leite e não se sente bem. Todos nós vamos progressivamente perdendo a capacidade de digerir o leite conforme envelhecemos a dieta acaba se adaptando a isto para evitar o desconforto que o leite mal digerido causa.

Desta forma, as pessoas nessa idade precisam se alimentar mais vezes por dia e de um jeito melhor, com mais variedade e com nutrientes bons para a saúde, algumas vezes será necessária a reposição de vitaminas, mas isto deve ser feito sob supervisão médica.

Assim como uma criança precisa do pediatra para ver se está comendo bem e se desenvolvendo, o idoso necessita do geriatra. Esse profissional saberá dizer exatamente as necessidades de cada caso, podendo indicar uma nutricionista se for necessário.

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Portanto, uma alimentação balanceada, com todos os nutrientes que o corpo precisa, é importante. Além disso, previne algumas doenças comuns na terceira idade, como diabetes, colesterol e osteoporose.

Saibam quais nutrientes são importantes para o idoso manter uma vida saudável:

Cálcio, que ajuda na prevenção de doenças como a osteoporose, caracterizada pela perda de densidade óssea. Dessa forma, é crucial comer gergelim e os folhosos verde-escuros, como couve e chicória.

Vitamina D, necessária para o organismo, pois metaboliza o cálcio no osso. Para obtê-la, o segredo é tomar Sol de 15 a 20 minutos por dia com a pele exposta.

Fibras, que ajudam na prisão do ventre. Então, linhaça, farelo de trigo, de arroz e de aveia podem ser adicionados às frutas ou no mingau, pois são boas fontes de fibras solúveis, já que os idosos podem ter dificuldades na mastigação no decorrer do tempo. É preciso lembrar que é importante ir ao dentista regularmente para fazer revisão nos dentes.

Vitaminas do Complexo B, que fortalecem o sistema imunológico e mantém o cérebro saudável. As vitaminas B1, B6, B12 e acido fólico são encontrados nos cereais integrais, leguminosas em geral e sementes.

Zinco, pois com a idade há uma diminuição natural da imunidade. Este mineral tem ação antioxidante, que desacelera o envelhecimento das células e ajuda a manter o tamanho da próstata, geralmente aumentada com a idade. Nozes, castanhas, carnes e arroz integral são boas fontes desse mineral.

Atividade física é outro ponto importante para o idoso ter uma vida melhor. Quando estiver na fase adulta, procure praticar exercícios, fazer musculação, principalmente nas pernas e nos quadris. Isso vai ajudar o idoso a não ter queda no futuro.

Nós colhemos o que plantamos, se você quer ser um idoso com boa qualidade de vida, ativo e independente, procure ter uma boa qualidade de vida quando for mais jovem, faça atividade física, como bem, acredite, isso vai fazer toda a diferença!

Fique de olho
Saúde!

Por Dr. Fabio Atui

Dicas para o verão

Ainda dá para equilibrar um pouco a balança, preparando-se para exibir aquele biquini, sem neura. A pressa é inimiga da perfeição menos no quesito emagrecimento.

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Muita gente é contra shakes diets, mas para começar um programa alimentar, a gente precisa de uma só coisa: estímulo! Esse sentimento traz objetividade ao início do “sacrifício”. Quem consegue ficar seis dias tomando o shake, de qualquer marca ou sabor, comendo algumas frutas no intervalo entre eles e fazendo uma só refeição com quantidade menor de alimentos, vai ver o ponteiro despencar drasticamente. Isso anima! A seguir, o shake é limitado a uma só refeição, a que for mais difícil controlar o apetite.

Continue comendo suas frutas – nada de barriga vazia. Se preferir, substitua-as por barrinhas de cereais. Muito cuidado: leia sempre os rótulos das barras para não exagerar e prefira as barras que não contém açúcar, o grande inimigo da balança.

Encha seu prato de verdes – de todos os tons possíveis! Verduras ocupam lugar no estômago, contém fibras e vitaminas. Por falar em vitaminas, é hora de pensar em betacaroteno. Esta substância, presente na abóbora e na cenoura, protege sua pele em dias de sol e propicia um tom muito lindo. Dê adeus, ao menos temporariamente, às frituras – coloque no cardápio grelhados e assados.

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A pele e o colesterol agradecerão muito. Modere seu entusiasmo nas massas e pães – invista pesado nos grãos integrais. Limite bebida alcoólica e doces. Palavra de ordem: hidratação. Tome muita água, desde já. Vale chás, sucos até mesmo refrigerantes, se não puder passar sem eles, mas sempre adoçados artificialmente ou puros. Café e chá preto devem ser consumidos com moderação: a cafeína em excesso faz mal, como tudo na vida.

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Mexa-se. Levante do sofá e movimente-se. Pense em qualquer coisa que queime calorias: dança, yoga, ginástica, caminhada, tênis, natação, corrida a opção é infindável. Use escadas ao invés de elevador. Pare o carro longe do destino, se possível e caminhe até ele. Faça tarefas que imponham movimentar-se.

Enquanto suas medidas diminuem, vale fazer uma bela esfoliação semanal em todo o corpo. Há inúmeros produtos no mercado destinados a esse fim. É indispensável nutrir a pele depois do banho, com um bom creme hidratante, para compensar as células mortas extirpadas. Faça massagens com óleo de amêndoas doces (verifique a composição no rótulo, pois tem muito óleo mineral passando-se por de amêndoas), óleo de coco, até mesmo com o excelente azeite de oliva. O resultado vai aparecer logo.

Os cabelos precisam de ajuda para atravessarem o verão. Compre ampolas de vitaminas E e A, em lojas que vendem artigos para cabeleireiros. Uma vez por semana, depois dos cabelos bem lavados, misture uma das ampolas num pouco de condicionador. Espalhe desde o couro cabeludo até a ponta dos fios e deixe agir por duas horas. Enxágüe somente com água. Na semana seguinte, faça o mesmo procedimento, alternando as vitaminas. O brilho e a maciez far-se-ão sentir, depois já de três semanas – uma diferença brutal que não exige nenhum sacrifício e barata.

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A dica foi passada “in off” por um cabeleireiro amigo – hidratação em salões sai muito cara e o resultado deste método é senão idêntico, melhor e garantido.

Não se esqueça do protetor solar. Em países tropicais a incidência de câncer de pele é significativa – não é questão estética, mas sim de prevenção de doenças. Há inclusive empresas especializadas em peças de vestuário que filtram os raios danosos, permitindo a permanência, por muito mais tempo sob o sol. Informe-se a respeito e proteja-se. Não saia de casa sem filtro ao menos no rosto e dorso das mãos.

O verão é um período abençoado do ano quando a natureza explode em cores. Calor é vida! Curta bastante, com saúde e disposição, tomando as devidas precauções.

 

Benefícios do azeite de oliva

 

Azeite contra a osteoporose – óleo de oliva!

Guarde bem este nome: oleuropeína. A substância, encontrada no azeite de oliva extravirgem, é a nova arma da nutrição para evitar e combater a osteoporose, doença que acelera a perda de massa óssea.

O cálcio que se cuide, porque seu posto solitário de melhor companheiro do esqueleto anda ameaçado. Calma, o mineral não vai perder seu lugar de destaque como protetor dos ossos – muito longe disso. A questão é que a ciência descobre fortes concorrentes para dividir com ele essa prestigiada posição. É o caso da oleuropeína, presente no azeite de oliva.

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Um estudo da Universidade de Córdoba, na Espanha, revela que esse tipo de polifenol aumenta a quantidade de osteoblastos, células que fabricam osso novinho em folha. Consumi-la, portanto, traria imensas vantagens para manter o arcabouço do corpo em pé ao longo da vida.

“O tecido ósseo é dinâmico, destruído e construído onstantemente”, explica o geriatra Rodrigo Buksman, do Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia, em Brasília. Os osteoblastos ajudam justamente a realizar a reconstrução. É como se fossem a massa corrida colocada na parede para tapar os furos que aparecem com o tempo. Sem essas células, os buracos ficam maiores, os ossos se enfraquecem e cresce o risco de fraturas.

O envelhecimento e a menopausa provocam uma queda na concentração de osteoblastos no organismo. Daí a importância da reposição desses construtores, que recebem um belo reforço com a inclusão do azeite de oliva extravirgem no dia a dia, a melhor fonte de oleuropeína. “Aos 30 anos nosso corpo atinge a quantidade máxima de massa óssea e, a partir daí, começa a perdê-la”, nota o ortopedista Gerson Bauer, do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, em São Paulo.

Por isso é que se diz que a prevenção da osteoporose se inicia muito antes da maturidade. “Essa doença se caracteriza pela diminuição progressiva da densidade óssea, o que torna os ossos mais frágeis e propensos às fraturas”, arremata a nutricionista Clarisse Zanette, mestre em ciências médicas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Com o azeite, no mínimo, esse processo destrutivo demora mais tempo para ocorrer. E, se alguém quiser substituir sua fonte de oleuropeína de vez em quando, saiba que existe mais uma opção. “A substância também é fornecida pela azeitona, de onde o óleo é extraído”, diz Clarisse.

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Não são apenas os ossos que se deliciam quando saboreamos um prato regado a azeite. O coração também se beneficia, porque suas veias e artérias ficam livres de entraves. “A gordura monoinsaturada, principal constituinte do óleo, interfere nos receptores do fígado que captam o colesterol circulante”, explica o cardiologista Daniel Magnoni, do Hospital do Coração, em São Paulo.

“Assim, há uma redução nas taxas da sua versão ruim, bem como de sua quantidade total.” Já os compostos fenólicos do azeite diminuem a oxidação do colesterol, processo crucial para a formação das placas que obstruem as artérias e causam as doenças cardiovasculares. “Esse poder se deve à sua intensa atividade antioxidante”, justifica a cardiologista Paula Spirito, do Hospital Copa D’Or, no Rio de Janeiro.

“Esses compostos impedem que os radicais livres – moléculas que provocam danos às células – oxidem o colesterol e contribuam com o aparecimento de placas nos vasos.” A circunferência abdominal é outra que agradece o consumo do azeite. É que o alimento ajuda a evitar a inflamação de uma área do cérebro chamada hipotálamo. A inflamação é provocada por dietas ricas em gorduras saturadas, presentes nas carnes e nos produtos de origem animal.

Como o hipotálamo é o órgão responsável pelo controle da fome e do gasto energético, não é um exagero dizer que o óleo de oliva auxilia a manter a harmonia na massa cinzenta e, assim, a afastar os quilos a mais. Além disso, ele acelera a produção de um hormônio chamado GLP 1, que age no cérebro aumentando a saciedade e reduzindo o apetite.

A oleuropeína – voltamos a falar dela – tem participação no pelotão antiinflamatório. “Esse polifenol tem propriedades antioxidantes significativas, inibe a agregação de plaquetas e reduz a formação de moléculas inflamatórias em todo o corpo”, afirma a nutricionista Mércia Mattos, da Faculdade de Medicina de Marília, no interior paulista. Tantas propriedades se refletiriam em um menor risco de uma porção de males, entre eles infartos e derrames. Por falar em proteção, vale destacar, ainda, que esse antioxidante também resguarda as mitocôndrias, estruturas dentro das células responsáveis pela obtenção de energia – dessa forma, fica mais difícil uma célula se aposentar antes da hora.

Quando regamos o prato com azeite extravirgem, porém, não ganhamos apenas boas doses de oleuropeína. O tempero é uma ótima fonte de vitamina E. “Esse nutriente retarda o envelhecimento das células, diminuindo o risco de tumores e doenças do coração”, aponta a nutricionista Soraia Abuchaim, do Conselho Regional de Nutricionistas do Rio Grande do Sul. O melhor é que, para desfrutar de tudo isso basta duas colheres por dia. Mas tem que ser do tipo extravirgem, que concentra maiores teores da substância. De preferência, use-o em saladas e ao finalizar pratos quentes – o azeite não gosta de calor e, se for lançado ao fogo, perde grande parte de suas qualidades. E só o sabor, nesse caso, não basta certo?

Por Dra. Maria Dora Ruiz Temoche

 

Vitamina D

A reposição de vitamina D tem mostrado benefícios para as pessoas com asma, rinite e sinusites frequentes e de difícil controle, reduzindo a quantidade do uso de antibióticos.

Estudos recentes mostram o papel da Vitamina D nas nossas funções de defesa. O seu papel como imunomodulador, estimulando e controlando o Sistema Imune tem sido surpreendente.

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Há mais de um século se sabe que a falta de vitamina D está relacionada ao enfraquecimento dos ossos, mas as novas pesquisas apontam que a baixa quantidade da vitamina está ligada a maior ocorrência de infecções virais, como explica a otorrinolaringologista Angela Beatriz Lana. “A vitamina D tem um papel de supressão da inflamação na mucosa nasal, na verdade, na via aérea inteira. Quando em baixa concentração, pode influenciar o desenvolvimento e a manutenção da rinossinusite crônica, rinite alérgica e asma”.

Algumas pessoas são mais propensas a ter defasagem de vitamina D. Isso porque as fontes da vitamina são relativamente escassas, restringindo-se somente à luz solar, óleos de peixe e outros poucos alimentos que, aliás, não têm quantidades suficientes para a manutenção total do organismo. “Obesos, negros, idosos, vegetarianos, pessoas que pouco se expõem à luz solar ou que vivem em locais com muita poluição, usuários crônicos de corticoides, doentes renais e hepáticos crônicos têm risco elevado para deficiência de vitamina D”, elenca a médica.

A falta da vitamina D tem sido um fator de risco para infecções virais recorrentes como asma de difícil controle, rinites e sinusites crônicas. “Ela regula o excesso de estimuladores inflamatórios e promove a manifestação de substâncias que são potentes antimicrobianos naturais presentes nas células de defesa das vias aéreas e que atuam protegendo os pulmões das infecções”, conta.

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Estudos mostram que a exposição à luz solar e a suplementação dietética com óleo de fígado de bacalhau reduzem a incidência de infecções respiratórias virais. A otorrinolaringologista tem medicado os pacientes com a vitamina e os resultados são notórios. “Os pacientes tratados com a vitamina estão usando menos antibióticos e apresentando menos infecções. A literatura científica também tem mostrado esses resultados”, argumenta Beatriz.

A vitamina D passa a ter então um papel ainda mais importante na medicina e no tratamento de doenças inflamatórias das vias aéreas, pois fornece uma potencial nova forma de medicamento que apresenta resultados positivos em intervalos de tempo menores, se comparados aos outros métodos de tratamento convencionais.

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Dra. Angela Beatriz Lana


Exercícios aeróbicos e anaeróbicos – Qual a diferença?

Conheça a diferença entre exercícios aeróbicos e  exercícios anaeróbicos

Endocrinologista explica  os dois tipos de atividade física

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Há muita dúvida sobre quais exercícios são os melhores para emagrecer, criar massa muscular ou definir o corpo. Os exercícios aeróbicos e anaeróbicos suscitam esses questionamentos. Para o médico endocrinologista Mohamad Barakat, é importante saber o real objetivo da pessoa para conseguir indicar qual melhor exercício. O aeróbico é aquele que o consumo de oxigênio é principal fonte de energia para a queima de gordura e de longa duração. Já o anaeróbico, não utiliza o oxigênio sendo de alta intensidade e curta duração.

Quando falamos de exercícios aeróbicos, estamos querendo dizer que o oxigênio é o fator principal, pois ele funcionará como fonte de queima dos substratos que irão produzir a energia transportada para o músculo que está em atividade, comenta Barakat.

Esse é um tipo de exercício de longa duração, preferencialmente contínuo e de baixa ou moderada intensidade. É um estimulador da função dos sistemas cardio respiratório e vascular e também do metabolismo, uma vez que aumenta a capacidade cardíaca e pulmonar para suprir a energia do músculo a partir do consumo do oxigênio.

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Se você está precisando deste tipo de prática, a caminhada (desde que seja mais de meia hora), corrida, pedalada, natação e a dança são tipos de exercícios que utilizam vários grupos musculares ao mesmo tempo e a duração dos movimentos influencia mais do que a velocidade, comenta o médico.

Já o exercício anaeróbico é aquele que utiliza uma forma de energia que não depende do uso de oxigênio, e é feito com alta intensidade e curta duração, diferentemente do aeróbico. Ele envolve um esforço mais intenso, pois é realizado por um número limitado de músculos (também há produção de ácido lático).

Exemplos de exercícios anaeróbicos são corridas de cem metros rasos, saltos, arremesso de peso, bem como exercícios de força ou resistidos, como a musculação, diz Barakat.

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Para a perda de gordura corporal, ambos os exercícios são eficazes, já que trabalham na aceleração do metabolismo. Ainda, para o médico, o ideal é associar estes dois tipos à dieta alimentar, uma vez que terão a função de acelerar e a dieta, de produzir um déficit calórico que obriga o organismo a metabolizar as reservas de gordura.

Apenas os exercícios aeróbicos podem metabolizar gorduras para que ocorra a produção de energia necessária ao esforço físico, considerando que esta quantidade é muito baixa se comparada às quantidades necessárias no processo de perda de gordura corporal, diz ele.

Segundo Barakat, a maior queima de gorduras ocorre durante o pós-exercício, que é um fenômeno chamado ‘after burning’, e está presente tanto no aeróbico quanto no anaeróbico, sendo que ocorre em maior intensidade após exercícios anaeróbicos.