Dia de Princesa

Atualizado: Fev 5

por Maria Eugenia

Quando eu era menina, nos aniversários, podia dar asas à imaginação, vestindo roupas lindas, sonhando com príncipes encantados. O momento em que eu era o centro das atenções, alvo de presentes e carinho de todos. Velas, bolo, doces, gente, minha mãe sempre foi pródiga em comemorações e guardo boas lembranças deste amor e carinho traduzidos em festas. Cresci, passei a comemorar as datas de filhos, marido, amigos e fica esquecido num canto da memória o quanto eu própria curtia o brilho das comemorações em minha homenagem. Claro que quase sempre chamo amigos no dia do meu aniversário, mas é diferente… sem expectativas nem grandes surpresas, tudo programado por mim mesma.



O resto ficava por conta dos profissionais – fotógrafos, maquiadores, cabeleireiro. Deixei para separar tudo de véspera, acredito até que na esperança da coisa toda ser desmarcada… Fazer caras e bocas… sei não. Chegado o horário e dia marcados, coloquei no Waze o endereço e lá estava eu numa casa de contos infantis, cheia de plantas, bichos, nichos e recantos aconchegantes, de volta a um mundo de fantasia que julgava ter terminado. Nossos anfitriões – acho melhor classificá-los assim – profissionais é uma palavra fria – eram o máximo!


Minha amiga e eu sendo preparadas, paparicadas, em meio a boas risadas, lanchinhos e bolhas de Champagne. O evento terminou duas horas depois do previsto e acho que ficaríamos lá muito mais, não fossem compromissos do mundo real, que exigiam nossas despedidas. A amiga novidadeira, que sugerira a empreitada, a folhas tantas, apareceu em nossa festa, acho que só para constatar que tinha tido toda razão quando afirmara que íamos adorar o programa.



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